Em meio a troca de governo a e instabilidade
economica da moeda nacional,
conquistar novos mercados atraindo assim novos
clientes, fornecedores e revendedores, além de
tornar a marca de seu produto ou serviço mais
conhecida (tanto mercado doméstico como no
externo) pode ser uma saída estratégica que
muitos micro e pequenos empreendedores
podem (e devem encontrar ) para driblar
períodos de vacas magras.
Segundo dados da Agência
Brasileira de
Promoção de Exportações e Investimentos
que usam os recursos para exportar serviços
e produtos são comandadas por mulheres.
As empreendedoras carecem de
informações para
que elas comecem a se preparar para exportar.
“As
mulheres já estão quase superando os homens no
empreendedorismo.
Acreditamos que isso também
acontecerá com a exportação em breve.
Elas só
precisam ter um melhor direcionamento”, afirma um
técnico
da agência. Para melhorar essa situação, a
Apex pretende
promover ações que informem sobre
as oportunidades do comércio
internacional para as
donas de negócios.
Quem exporta seus produtos e
serviços tem suas
vantagens: além da ampliação do mercado
consumidor, o empreendimento ganha um enorme
reconhecimento inclusive
dentro do Brasil.
A empreendedora consegue, com isso, gerar mais
empregos e renda além de oferecer melhores
benefícios a seus
colaboradores.
De acordo com o técnico da
agência, aquela
empreendedora que possui o próprio negócio e
deseja
começar a exportar deve seguir os três passos a
seguir:
1. Buscar informações e
capacitação:
É preciso entender sobre o mercado internacional
e
os procedimentos para se exportar produtos e
serviços.
O Google
pode ser um grande aliado nesse momento,
já que esse tipo de
informação é encontrado na rede.
A Apex-Brasil também tem
conteúdos sobre todos os
passos necessários para vender em outros
países.
Sem deixar de mencionar
serviços de apoio a
pequena e média empresa como o Sebrae, onde a
micro e pequena empresária poderá buscar
orientação e capacitação
a cursos de gestão e
logística.
Para mais informações
acesse: .Sebrae
2. Adapte seu negócio ao
mercado local:
O produto/serviço exportado deve ser adaptado à
legislação do país que vai recebê-lo, devido a questão
de
hábitos culturais e principalmente a religião.
Alguns países
exigem mudanças nas embalagens e
rótulos, por exemplo.
3. Faça um site bilíngue:
Uma dica para testar o
seu empreendimento e ver o seu alcance para
outros
países é investir em um site bilíngue
(preferencialmente
inglês/idioma local). Dessa forma,
a empreendedora consegue
interagir, de alguma
forma, com clientes que não falam português.
Uma dica: procure fazer
parceria com uma agência
de tradução para qualquer eventualidade,
caso seu
futuro cliente/ fornecedor/revendedor peça mais
informações
sobre seu produto/ serviço.
Exportação também foi tema
em um encontro,
promovido recentemente pela Dell computadores,em
São Paulo. O evento abordou ainda assuntos como
gestão de redes sociais, melhoria no ambiente de
negócios e
engajamento com o mercado.
Durante o almoço, executivos
da Dell deram detalhes
sobre o evento Dell Women’s Entrepreneur
Network
Summit (DWEN Summit), que será realizado na
Cidade do Cabo,
na África do Sul, durante os dias 27
e 28 de junho de 2016.
A conferência global para
mulheres empreendedoras,
cuja missão é compartilhar experiências,
oportunidades e discutir o papel do
empreendedorismo feminino, terá
a participação de
mais de 150 importantes líderes e empreendedoras
de sucesso. Nas palestras, elas discutirão como o
cenário global
impacta o futuro dos negócios e o
empreendedorismo feminino no
mundo.
O empreendedorismo, de acordo
com os economistas,
é uma das grandes alternativas para a saída de
qualquer crise economica, momentos de recessão
onde qualquer país,
em uma economia de mercado
globalizada, é sujeito a atravesar.
Temos casos recentes como: nos
Estados Unidos em
2008, nos países membros da União Européia em
2011 derrubando bolsa de valores e criando um clima
de pessimismo na
esfera econômica mundial; e por
fim sem deixar de mencionar a crise
econômica da
Grécia, que é uma das maiores já registradas, hoje
acumula uma dívida externa aproximadamente 320
bilhões de euros.
Investir na atividade
empreendedora não é apenas
uma solução estratégica para sanar
males de uma
economia globalizada, estimulando o crescimento
econômico,
como também apesar de seus desafios
proporciona ao profissional
empreendedor, por meio
da inovação e do conhecimento, uma busca
incessante por novos horizontes.
Assista este caso de sucesso
(com a empreendedora Agda Oliver) produzido
pelo Sebrae.



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