quinta-feira, 9 de junho de 2016

Como empreendedoras(es) podem aumentar seu faturamento exportando seus produtos ou serviços



Em meio a troca de governo a e instabilidade
economica da moeda nacional,
conquistar novos mercados atraindo assim novos
clientes, fornecedores e revendedores, além de
tornar a marca de seu produto ou serviço mais
conhecida (tanto mercado doméstico como no
externo) pode ser uma saída estratégica que
muitos micro e pequenos empreendedores 
podem (e devem encontrar ) para driblar 
períodos de vacas magras.

Segundo dados da Agência Brasileira de 

Promoção de Exportações e Investimentos 

(Apex-Brasil) apenas 6% das empresas 
que usam os recursos para exportar serviços 
e produtos são comandadas por mulheres.

As empreendedoras carecem de informações para

que elas comecem a se preparar para exportar.


“As mulheres já estão quase superando os homens no

empreendedorismo. Acreditamos que isso também

acontecerá com a exportação em breve. Elas só

precisam ter um melhor direcionamento”, afirma um

técnico da agência. Para melhorar essa situação, a

Apex pretende promover ações que informem sobre 

as oportunidades do comércio internacional para as

donas de negócios.


Quem exporta seus produtos e serviços tem suas 

vantagens: além da ampliação do mercado 

consumidor, o empreendimento ganha um enorme

reconhecimento inclusive dentro do Brasil.


A empreendedora consegue, com isso, gerar mais

empregos e renda além de oferecer melhores 

benefícios a seus colaboradores.



 
De acordo com o técnico da agência, aquela

empreendedora que possui o próprio negócio e deseja

começar a exportar deve seguir os três passos a 

seguir:


1. Buscar informações e capacitação

É preciso entender sobre o mercado internacional e

os procedimentos para se exportar produtos e

serviços.

O Google pode ser um grande aliado nesse momento,

já que esse tipo de informação é encontrado na rede.


A Apex-Brasil também tem conteúdos sobre todos os 

passos necessários para vender em outros países.

Sem deixar de mencionar serviços de apoio a 

pequena e média empresa como o Sebrae, onde a

micro e pequena empresária poderá buscar 

orientação e capacitação a cursos de gestão e 

logística.


Para mais informações acesse: .Sebrae


2. Adapte seu negócio ao mercado local

O produto/serviço exportado deve ser adaptado à

legislação do país que vai recebê-lo, devido a questão

de hábitos culturais e principalmente a religião.

Alguns países exigem mudanças nas embalagens e

rótulos, por exemplo.



3. Faça um site bilíngue: Uma dica para testar o

seu empreendimento e ver o seu alcance para outros

 países é investir em um site bilíngue 

(preferencialmente inglês/idioma local). Dessa forma,

a empreendedora consegue interagir, de alguma 

forma, com clientes que não falam português.


Uma dica: procure fazer parceria com uma agência

de tradução para qualquer eventualidade, caso seu

futuro cliente/ fornecedor/revendedor peça mais

informações sobre seu produto/ serviço.


Exportação também foi tema em um encontro,

promovido recentemente pela Dell computadores,em

São Paulo. O evento abordou ainda assuntos como

gestão de redes sociais, melhoria no ambiente de

negócios e engajamento com o mercado.


Durante o almoço, executivos da Dell deram detalhes

sobre o evento Dell Women’s Entrepreneur Network

Summit (DWEN Summit), que será realizado na

Cidade do Cabo, na África do Sul, durante os dias 27

e 28 de junho de 2016.


A conferência global para mulheres empreendedoras,

cuja missão é compartilhar experiências,

oportunidades e discutir o papel do 

empreendedorismo feminino, terá a participação de

mais de 150 importantes líderes e empreendedoras

de sucesso. Nas palestras, elas discutirão como o

cenário global impacta o futuro dos negócios e o

empreendedorismo feminino no mundo.




O empreendedorismo, de acordo com os economistas,

é uma das grandes alternativas para a saída de 

qualquer crise economica, momentos de recessão

onde qualquer país, em uma economia de mercado

globalizada, é sujeito a atravesar.
 

Temos casos recentes como: nos Estados Unidos em

2008, nos países membros da União Européia em

2011 derrubando bolsa de valores e criando um clima

de pessimismo na esfera econômica mundial; e por

fim sem deixar de mencionar a crise econômica da

Grécia, que é uma das maiores já registradas, hoje

acumula uma dívida externa aproximadamente 320

bilhões de euros. 


Investir na atividade empreendedora não é apenas

uma solução estratégica para sanar males de uma

economia globalizada, estimulando o crescimento

econômico, como também apesar de seus desafios

proporciona ao profissional empreendedor, por meio

da inovação e do conhecimento, uma busca

incessante por novos horizontes.


Assista este caso de sucesso 

(com a empreendedora Agda Oliver) produzido 

pelo Sebrae.
 



 

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