sábado, 2 de abril de 2016

Franquias Buscam no Interior Novos Mercados





Em consequencia da alta no desemprego e o

fechamento de muitas lojas do comércio varejista, as

franquias estão investindo em cidades menores. Além

do baixo índice de desemprego e o custo de vida é

menor resultado de uma economia mais estável.



O faturamento do setor de franquias atingiu R$ 139,6

bilhões em 2015, um crescimento de 8,3% em

relação a 2014, quando foi de R$ 128,9 bilhões,

segundo dados da ABF (Associação Brasileira de

Franchising). 




O crescimento do setor, apesar da crise econômica,

se explica pela criatividade dos empresários, 
 

as redes passaram a apostar em formatos menores de

negócios, inclusive para trabalho em casa, e em

cidades de menor porte, algumas com menos de 50

mil habitantes.

As franquias empregaram cerca de 1,189 milhão de

trabalhadores diretos em 2015, alta de 8,5% em

relação ao ano anterior, com 90 mil novos postos de

trabalho afirma ela.



As maiores franquias do Brasil em número de

unidades são:



1º O Boticário;


2º Subway;


3º Cacau Show;


4º Colchões Ortobom;


4º AM PM Mini Market;


5º Mc Donald's;


6º Jet Oil;


7º Kumon;


8º BR Mania;


9º Wizard.





O Boticário, liderando o ranking, tem mais de 3.000

unidades. O número de unidades das marcas não foi

detalhado, mas, segundo a ABF, todas do ranking

possuem mais de 1.000. pontos de venda;

destacando-se nas regões do Nordeste e Centro

Oeste.


O crescimento do setor se deu de forma mais

acentuada nas regiões Nordeste e Centro-Oeste,

segundo a entidade. Dos 5.570 municípios

brasileiros, cerca de 40% (2.243) têm franquias. 




“As franquias são um sinal de desenvolvimento nas

cidades. Quando elas chegam em cidades menores, a

população local deixa de se deslocar para outros

municípios para consumir produtos de marcas que

são tradicionais", diz Claudio Tieghi, diretor de

inteligência de mercado da ABF.





Acessórios e Calçados


Os segmentos que mais cresceram em faturamento

em 2015 foram os de acessórios pessoais e calçados,

com alta de 12%, seguido por negócios, serviços e

outros varejos (10%) e hotelaria e turismo (9%). 

 
Em número de unidades, o de maior destaque foi o

segmento de serviços automotivos, com alta de 27%.

Na sequência, aparecem acessórios pessoais e

calçados (22%), comunicação, informática e 

eletrônicos (13%) e negócios, serviços e outros

varejos (13%).




Redes Brasileiras no Exterior



O estudo mostra que 28 marcas passaram a operar

fora do Brasil em 2015, totalizando 134 redes

brasileiras com presença no exterior. A participação

de empresários em feiras e missões de negócio 

internacionais e as dificuldades atuais no mercado

interno são fatores que impulsionam a 

internacionalização, segundo a entidade.


O mercado mais procurado é os Estados Unidos,

com 37 marcas brasileiras, seguido de Paraguai, com

25, Portugal, com 21, e Argentina, com 16.



Concuindo, o mercado de franquias e microfranquias

é um ótimo investimento, em meio a crise, onde

devido as dimensões geográficas de nosso país,

descentralizar este tipo de negócio dos grandes

centros urbanos e abrindo novos mercados em 

pequenas cidades, oferecendo preço mais em conta,

porém conquistando uma clientela que embora

possua um menor poder aquisitivo, os riscos de

inadimplência são bastante menores, devido a

economia mais estável, além do baixo índice de

desemprego.




Outro ponto a ressaltar é expandir a marca brasileira

no mercado internacional. Isso já acontece nas

comodities, produtos de baixo valor agregado, como

frutas, carnes e grãos como soja e milho.



Alguns produtos manufaturados como aviões,

automotivos e calçados já tem posições de destaque

no mercado externo.




Para o jovem empreendedor que busca investir no

mercado externo, participando de feiras

internacionais, fechando novas parcerias; e a análise

sobre a viabilidade de seu negócio junto as câmaras

de comércio dos países alvo; verão que além de

expandir seu negócio, aumentando a 

produtividade,com a atividade exportadora e com

isso gerando novos postos de trabalho, reaquecendo

assim a economia nacional.




A saída para qualquer crise economica, como a que

aconteceu recentemente nos Estados Unidos em

2008, é investir na atividade empreendedora . 

Você concorda?




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