Em consequencia da
alta no desemprego e o
fechamento de muitas lojas do comércio
varejista, as
franquias estão investindo em cidades menores. Além
do baixo índice de desemprego e o custo de vida é
menor resultado
de uma economia mais estável.
O faturamento do
setor de franquias atingiu R$ 139,6
bilhões em 2015, um crescimento
de 8,3% em
relação a 2014, quando foi de R$ 128,9 bilhões,
segundo
dados da ABF (Associação Brasileira de
Franchising).
O crescimento do
setor, apesar da crise econômica,
se explica pela criatividade dos
empresários,
as redes passaram a
apostar em formatos menores de
negócios, inclusive para trabalho em
casa, e em
cidades de menor porte, algumas com menos de 50
mil
habitantes.
As franquias
empregaram cerca de 1,189 milhão de
trabalhadores diretos em 2015,
alta de 8,5% em
relação ao ano anterior, com 90 mil novos postos de
trabalho afirma ela.
As maiores franquias
do Brasil em número de
unidades são:
1º O Boticário;
2º Subway;
3º Cacau Show;
4º Colchões
Ortobom;
4º AM PM Mini
Market;
5º Mc Donald's;
6º Jet Oil;
7º Kumon;
8º BR Mania;
9º Wizard.
O Boticário,
liderando o ranking, tem mais de 3.000
unidades. O número de
unidades das marcas não foi
detalhado, mas, segundo a ABF, todas do
ranking
possuem mais de 1.000. pontos de venda;
destacando-se nas
regões do Nordeste e Centro
Oeste.
O crescimento do
setor se deu de forma mais
acentuada nas regiões Nordeste e
Centro-Oeste,
segundo a entidade. Dos 5.570 municípios
brasileiros,
cerca de 40% (2.243) têm franquias.
“As franquias são
um sinal de desenvolvimento nas
cidades. Quando elas chegam em
cidades menores, a
população local deixa de se deslocar para outros
municípios para consumir produtos de marcas que
são tradicionais",
diz Claudio Tieghi, diretor de
inteligência de mercado da ABF.
Acessórios e Calçados
Os segmentos que
mais cresceram em faturamento
em 2015 foram os de acessórios
pessoais e calçados,
com alta de 12%, seguido por negócios,
serviços e
outros varejos (10%) e hotelaria e turismo (9%).
Em número de
unidades, o de maior destaque foi o
segmento de serviços
automotivos, com alta de 27%.
Na sequência, aparecem acessórios
pessoais e
calçados (22%), comunicação, informática e
eletrônicos
(13%) e negócios, serviços e outros
varejos (13%).
Redes Brasileiras no Exterior
O estudo mostra que
28 marcas passaram a operar
fora do Brasil em 2015, totalizando 134
redes
brasileiras com presença no exterior. A participação
de
empresários em feiras e missões de negócio
internacionais e as
dificuldades atuais no mercado
interno são fatores que impulsionam a
internacionalização, segundo a entidade.
O mercado mais
procurado é os Estados Unidos,
com 37 marcas brasileiras, seguido de
Paraguai, com
25, Portugal, com 21, e Argentina, com 16.
Concuindo, o mercado
de franquias e microfranquias
é um ótimo investimento, em meio a
crise, onde
devido as dimensões geográficas de nosso país,
descentralizar este tipo de negócio dos grandes
centros urbanos e
abrindo novos mercados em
pequenas cidades, oferecendo preço mais
em conta,
porém conquistando uma clientela que embora
possua um
menor poder aquisitivo, os riscos de
inadimplência são bastante
menores, devido a
economia mais estável, além do baixo índice de
desemprego.
Outro ponto a
ressaltar é expandir a marca brasileira
no mercado internacional.
Isso já acontece nas
comodities, produtos de baixo valor agregado,
como
frutas, carnes e grãos como soja e milho.
Alguns produtos
manufaturados como aviões,
automotivos e calçados já tem posições
de destaque
no mercado externo.
Para o jovem
empreendedor que busca investir no
mercado externo, participando de
feiras
internacionais, fechando novas parcerias; e a análise
sobre
a viabilidade de seu negócio junto as câmaras
de comércio dos
países alvo; verão que além de
expandir seu negócio, aumentando
a
produtividade,com a atividade exportadora e com
isso gerando novos
postos de trabalho, reaquecendo
assim a economia nacional.
A saída para
qualquer crise economica, como a que
aconteceu recentemente nos
Estados Unidos em
2008, é investir na atividade empreendedora .





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