quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

E com vocês... Os certinhos



   
O que é bom deve ser mostrado. E o que é ruim 

também.




Algumas contradições na vida fazem parte da 

natureza humana. Ninguém geralmente acredita

quando tudo é muito certinho.


Isto também se aplica na vida profissional. Digo isto

porque muitos candidados se sentem frustrados nas 

entrevistas de emprego pelo fato de terem

respondidos todas as perguntas “certinhas” e por fim

acabam não sendo chamados.




E aí gera uma perplexidade: “o que houve de errado

comigo?” 

 



Gente, não devemos levar isto como uma regra a ser

seguida, mas ao longo de nossas vidas a gente vive

de erros e acertos – e aprender tanto com os erros 

assim como os acertos faz parte de nosso 

aprendizado. 


O esforço de parecer “certinho”,“impecável” pode 

nos criar uma imagem falsa, sem credibilidade de nós

mesmos. 

 



Isso também vale para um currículo: ele é uma carta

de sedução, em meio a tantos currículos, um texto 

com o intuito de levar o recrutador a ter vontade de

conhecer você.




Ele precisa ser claro nas suas qualificações, suas 

experiências tanto positivas como negativas,

contanto que você mostre como agiu para enfrentar 

os problemas. 

 



Quero ressaltar que certa vez ao assistir uma 

reportagem sobre as empresas empreendedoras do

Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos; seus 

colaboradores vêem o ato de errar como uma forma

de aprendizado, uma vez que ao encontrar as 

verdadeiras causas do erro, elas jamais serão 

repetidas. 



 



Moral da história: ninguém acreditará no currículo de

um super homem.




Isto também vale para as entrevistas de emprego: se 

você estiver preocupado em acertar as respostas ou 

em ser agradável,certamente acabará mostrando

insegurança ou parecendo ser chato. 





Jamais devemos ter medo em discordar, uma vez que

tenhamos convicção daquilo que estamos afirmando,

tentando defender nosso ponto de vista de uma

maneira mais coerente possível.





Ao mesmo tempo, evite transparecer o nervosismo ou

achar que tudo está perdido, caso o entrevistador te

coloque em “saia justa”. Neste caso, ele poderá

estar testando sua firmeza, sua personalidade.





Devido a tantas exigências existentes hoje cobradas

de um profissional no mercado de trabalho, deixa nos

uma impressão de que há um modelo de profissional 

a ser seguido. 



Ou seja, existe um conjunto de qualificações mínimas

desejáveis: boa formação acadêmica, domínio de pelo

menos uma língua estrangeira, capacidade de 

autodesenvolvimento e conhecimento interdisciplinar,

entre outras.






Regras estas que não garantem nada. 

É a personalidade própria e a capacidade de saber 

lidar tanto com os erros assim como os acertos é que 

fazem a diferença. 


 



Arriscar, com coragem e competência, é uma atitude

que pode ser o critério de desempate na vida de um

profissional.




Devemos derrubar o mito de que o que é bom a gente

mostra, o que é ruim a gente esconde. Pois mais dia

ou menos dia a verdade vem a tona. Certa vez um

poeta disse: “ O grande erro é o grande acerto que se

esqueceu de dar certo”. 

 



Deixo aqui minha dica: quem busca um novo 

emprego ou quer buscar postos mais altos deveria

gastar menos energia em construir uma imagem do

“politicamente correto” e assumir suas próprias 

convicções e equívocos, até porque no mundo

corporativo, devido as instabilidades do mercado e 

avanços tecnológicos do mundo atual, não há mais 

atividade rotineira. 


 

Conhecer as próprias falhas é, sem sombra de 

dúvida, o primeiro passo para superá-las. Aprender

com os próprios erros é a melhor forma de não 

repetí-los. 



Mostre isso ao seu atual ou futuro empregador que 

você ganhará muito mais do que um chefe. Mais sim

um forte aliado nos desafios do dia à dia do mundo 

corporativo. 







Ética, profissionalismo e acima de tudo transparência

nas ações e tomadas de decisões são as ferramentas

que poderão abrir as portas para o seu sucesso

profissional.


#Pense nisso.










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