O que é bom deve ser mostrado. E o que é ruim
também.
Algumas
contradições na vida fazem parte da
natureza humana. Ninguém geralmente acredita
quando tudo é muito certinho.
Isto também se
aplica na vida profissional. Digo isto
porque muitos candidados se
sentem frustrados nas
entrevistas de emprego pelo fato de terem
respondidos todas as perguntas “certinhas” e por fim
acabam não
sendo chamados.
E
aí gera uma perplexidade: “o que houve de errado
Gente,
não devemos levar isto como uma regra a ser
seguida, mas ao longo de nossas vidas a gente vive
de erros e acertos – e aprender tanto com
os erros
assim como os acertos faz parte de nosso
aprendizado.
O
esforço de parecer “certinho”,“impecável” pode
nos criar
uma imagem falsa, sem credibilidade de nós
mesmos.
Isso
também vale para um currículo: ele é uma carta
de sedução, em
meio a tantos currículos, um texto
com o intuito de levar o
recrutador a ter vontade de
conhecer você.
Ele
precisa ser claro nas suas qualificações, suas
experiências tanto
positivas como negativas,
contanto que você mostre como agiu para
enfrentar
os problemas.
Quero
ressaltar que certa vez ao assistir uma
reportagem sobre as empresas empreendedoras do
Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos;
seus
colaboradores vêem o ato de errar como uma forma
de
aprendizado, uma vez que ao encontrar as
verdadeiras causas do erro,
elas jamais serão
repetidas.
Moral
da história: ninguém acreditará no currículo de
um super homem.
Isto
também vale para as entrevistas de emprego: se
você estiver
preocupado em acertar as respostas ou
em ser agradável,certamente
acabará mostrando
insegurança ou parecendo ser chato.
Jamais
devemos ter medo em discordar, uma vez que
tenhamos convicção daquilo que estamos afirmando,
tentando defender nosso ponto de vista
de uma
maneira mais coerente possível.
Ao
mesmo tempo, evite transparecer o nervosismo ou
achar que tudo está perdido, caso o entrevistador te
coloque em “saia justa”. Neste
caso, ele poderá
estar testando sua firmeza, sua personalidade.
Devido
a tantas exigências existentes hoje cobradas
de um profissional no mercado de trabalho, deixa nos
uma impressão de que há um modelo de profissional
a ser seguido.
Ou seja, existe um conjunto de
qualificações mínimas
desejáveis: boa formação acadêmica,
domínio de pelo
menos uma língua estrangeira, capacidade de
autodesenvolvimento e conhecimento interdisciplinar,
entre outras.
Regras
estas que não garantem nada.
É a personalidade própria e a
capacidade de saber
lidar tanto com os erros assim como os acertos é
que
fazem a diferença.
Arriscar,
com coragem e competência, é uma atitude
que pode ser o critério
de desempate na vida de um
profissional.
Devemos
derrubar o mito de que o que é bom a gente
mostra, o que é ruim a gente esconde. Pois mais dia
ou menos dia a verdade vem a tona.
Certa vez um
poeta disse: “ O grande erro é o grande acerto que se
esqueceu de dar certo”.
Deixo
aqui minha dica: quem busca um novo
emprego ou quer buscar postos
mais altos deveria
gastar menos energia em construir uma imagem do
“politicamente correto” e assumir suas próprias
convicções e
equívocos, até porque no mundo
corporativo, devido as
instabilidades do mercado e
avanços tecnológicos do mundo atual,
não há mais
atividade rotineira.
Conhecer
as próprias falhas é, sem sombra de
dúvida, o primeiro passo para superá-las. Aprender
com os próprios erros é a melhor forma de
não
repetí-los.
Mostre isso ao seu atual ou futuro empregador que
você ganhará muito mais do que um chefe. Mais sim
um forte aliado
nos desafios do dia à dia do mundo





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