Como sempre foi e
sempre será quem paga a conta é
o contribuinte. Situações de
imprudência, escândalos
de corrupção na maior estatal do país,
licitações
super faturadas em obras públicas e má gestão do
dinheiro público fizeram com que o governo nos
ela, a inflação, o custo de vida,
o aumento
desenfreado dos preços etc., mas pior é a ameaça dos
empregos e destruição de carreiras arduamente
construídas ao longo
de duro trabalho, tempo e
dinheiro investidos na formação.
Aqui vão dez
quesitos, que podem ajudar o leitor
primeiro a sobreviver em 2016 e
2017 e dentro das
possibilidades apresentadas a continuar na
carreira:
1- Não confie na
recuperação da economia nos
próximos 18 meses (analistas dos mais renomados
prevêem a recuperação apenas em meados de 2017 e
mesmo
assim de forma lenta).
2- Procure trabalhar
com dedicação, encarando os
desafios com toda sua energia.
3- Se a sensação
de dispensa bater, sem desespero,
será apenas uma hipótese até
acontecer.
4- Por mais difícil
que possa parecer, mantenha o
bom humor (isso o ajuda mentalmente e
transmite
confiança).
5- Esteja de olho nas ofertas do
mercado, sempre
existe uma porta a mais para ser aberta, e jamais
abra mão de novas oportunidades.
6- Poupar é a
palavra de ordem. Se fazia algo em
torno de 20% da renda mensal,
caminhe para no
mínimo 35%.
7- Colabore com os
colegas mais do que fazia e não
se ligue a grupos que só sabem
falar da “desgraça
iminente”. Procure aumentar seu networking,
pois
caso o pior aconteça, o famoso “quem te indicou”
poderá
ser fundamental numa recolocação.
8- Se você está
correndo riscos de desemprego,
lembre-se de que seu chefe também
está.
9- Não hesite em
recorrer a instrumentos que possam
melhorar sua estabilidade
emocional, como pratica
de esportes, atividades de lazer, um fim de
semana
fora da cidade, etc.
E fica a dica: Caso
você fique desempregado, não
encare o desemprego como o fim do
mundo. Mas sim
como um novo começo a novos desafios na sua vida
profissional.
Pois como você tem
acompanhado pela mídia,
profissionais de carreiras de grandes
empresas até
mesmo abandonam seus empregos estáveis para se
aventurarem em carreiras solo como: abrindo firmas
de consultoria,
micro e pequenas empresas,franquias,
e também buscando
oportunidades de negócios no
mundo online.
Afinal de contas
essa não é a primeira e nem será a
última crise financeira que
enfrentaremos.
Até economias mais
sólidas do que a nossa passam
por momentos de crise. Porém, são
momentos como
esse que nos fazem sair da zona de conforto e nos
conduzem a novos desafios gerados pela
globalização.
reinventar. Na contra mão da crise muitos negócios
feitos pela internet estão indo de vento e popa.


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