A palavra empreendedora (entrepreneur) vem do francês e quer dizer aquela pessoa que assume risco e começa algo novo, os primeiros indícios de que alguém começou a assumir riscos e investir em algo novo foi no século XVII, onde os empreendedores tinham acordo contratual com o governo para realizar a produção de seus produtos, Richard Cantllon, foi um importante escritor e economista da época sendo considerado um dos criadores do termo empreendedorismo, diferenciando o empreendedor do capitalista (aquele fornecia capital).
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO
No Brasil esta atividade surgiu nos anos 90, durante a abertura que o povo teve para a economia, juntamente com o surgimento da atividade da economia informal, onde trabalhadores ao perderem seus postos no mercado de trabalho, se viram voltados a abrirem seu próprio negócio, mesmo na ilegalidade, sem recolherem tributos ao Estado, como aqueles que optaram a trabalhar como autônomos.
Com o passar dos anos, este setor foi ganhando força, devido as constantes mudanças da moeda nacional, altas da inflação e as turbulências da política, com o troca a troca de ministros, gerando instabilidades no mercado financeiro; e, em alguns momentos, alto índice de desemprego causado por sinais de recessão.
Muitos trabalhadores, desde então com a dificuldade de retomada aos postos de trabalho, se viram a investir suas economias na abertura de seu próprio negócio. Sendo assim, muitos aproveitaram este novo segmento da economia e iniciavam um negócio já existente no mercado (oferecendo preços competitivos) para atrair novos clientes seja no setor de comércio ou de serviços, como aqueles que enxergaram uma nova oportunidade de negócio para atender um certo segmento carente do mercado.
Com isso esta nova classe trabalhadora, formada por pequenos e médios empresários, começando a contratar mão de obra e investir em processos de produção na compra de máquinas e equipamentos.
Entratanto, com o passar dos anos alguns destes novos “empresários” se viram a fechar as portas de suas empresas, pois devido a alta carga tributária e falta de planejamento e de orientação à melhoria de produtividade e estrutura econômica e fnanceira destas empresas.
Na contra mão, haviam órgãos governamentais que davam apoio a estas empresas como o Grupo Executivo de Assistência à Pequena e Média Empresa (GEMPAE) que dava apoio técnico econômico, e posteriormente em 1972 , o CEBRAE (Centro Brasileiro de Assistência Gerencial) provendo as pequenas e médias empresas, assistência tecnológica, financeira, admnistrativa econômica.
Com o passar do tempo, o sistema evoluiu que por fim, teve a criação do estatuto da microempresa , em 1984, oferecendo tratamento diferenciado e simplificado nos campos administrativo, tributário, trabalhista, previdenciário e creditício. Posteriormente, com a transformação do CEBRAE para o SEBRAE (Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que passou a fazer parte do sistema S (juntamente com o Senai e Sesc) tendo seus produtos e serviços modernizados, além da introdução de novos conceitos e estratégias de gestão voltado a qualidade total do micro e pequeno empresário.
Hoje nas atuais conjecturas do mercado, alta do dolár, crise política, recessão em alta (com o fechamento de pequenas e médias empresas), e demissões em massa nas grandes corporações; ainda assim, abrir seu próprio negócio não é mais uma questão de falta recolocação ao mercado (como havia anteriormente), mas o empreendedor atual abre uma empresa porque enxerga uma oportunidade de investir nesta ideia.
Fazer cursos como administração, marketing, liderança, informatica, logistica e planejamento estratégico são alguns cursos, de curta duração, que te darão uma boa visão do mundo dos negócios.
Fica a dia.
Assista este video de uma das maiores mentes empreendedoras da atualidade.
O Empreendedorismo no Brasil vem crescendo ano após ano. Boa parte desse crescimento se deve à tentativa de driblar o desemprego, o que encorajou muitas pessoas a tentar a sorte com o seu próprio negócio.
Pesquisas revelam que 27% das empresas fecham logo no primeiro ano de atividade e 56% não completam o 5º ano de vida. O principal motivo para isso é a Falta de Planejamento. As micro e pequenas empresas são as que mais sofrem, pois normalmente não possuem um Plano de Negócios bem estruturado, não administram o caixa de forma eficiente, além de não poderem contar com crédito bancário.
Apesar dos dados não serem muito animadores, as estatísticas mostram que os novos empreendedores têm se preparado melhor para abrir seu próprio negócio, e quando isso acontece, a chance de sucesso aumenta muito.
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